Deputada Adriana Ventura pediu quebra de sigilos
A CPMI do INSS passou a mirar a empresa LLF Tech Participações Ltda., responsável por repasses que somam R$ 2,3 milhões a Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT).
A deputada Adriana Ventura (Novo-SP) enviou um requerimento à presidência da comissão, pedindo a quebra dos sigilos fiscais e a elaboração de relatórios de inteligência financeira sobre as operações bancárias da empresa entre janeiro de 2022 e janeiro de 2026.
Dados bancários de Lulinha, que foram encaminhados à CPMI do INSS, indicam que os repasses aconteceram entre 2022 e 2025.
A LLF Tech tem sede na Zona Oeste de São Paulo. A empresa atua no ramo de “suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia da informação”. O endereço é o mesmo de outra empresa de Lulinha, a G4 Entretenimento e Tecnologia, que repassou mais R$ 772 mil ao filho do presidente Lula. As informações são da coluna de Paulo Cappelli, do Metrópoles.




