Trump afirma que frota enviada ao Irã está pronta para agir

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Líder americano afirmou que americanos estão prontos para agir como em operação realizada na Venezuela

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, nesta quarta-feira (28), que a frota de navios que enviou ao Irã está pronta e preparada para “cumprir sua missão” com “rapidez e violência”, da mesma forma que ocorreu na Venezuela.

– Assim como no caso da Venezuela, [a frota americana] está pronta, disposta e apta a cumprir sua missão rapidamente, com rapidez e violência, se necessário – advertiu Trump em uma publicação na sua rede própria, a Truth Social.

Na mesma mensagem, o líder americano disse esperar que o Irã se sente “em breve” à mesa de negociações para chegar a um acordo “justo e equitativo” para todas as partes e no qual não existam “armas nucleares”.

– O tempo está se esgotando, é realmente essencial! Como já disse ao Irã uma vez, cheguem a um acordo! Não o fizeram e ocorreu a Operação Martelo da Meia-Noite – relembrou o presidente americano, fazendo referência ao ataque dos EUA durante a chamada “Guerra dos Doze Dias”, iniciada por Israel contra o Irã em junho de 2025.

Segundo Trump, aquela contenda representou “uma grande destruição para o Irã”, mas a próxima investida “será muito pior”.

– Não deixem que isso aconteça novamente – alertou.

Segundo Trump, a força é ainda maior do que a enviada à Venezuela para a operação que resultou na detenção de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, no início de janeiro.

A mensagem do republicano foi divulgada após a chegada ao Oriente Médio de uma frota da Marinha americana que Trump havia ordenado que se dirigisse ao Irã após os protestos que abalaram o país desde o final de dezembro de 2025. As manifestações, especialmente as dos dias 8 e 9 de janeiro, foram sufocadas violentamente pelo regime da República Islâmica e, atualmente, já não há atos relevantes no país.

O governo iraniano sinalizou nesta quarta que considera mais provável um confronto bélico do que uma negociação com os EUA, após dias de aumento da tensão entre ambos os países pela decisão de Trump de enviar a frota para a região.


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