Segundo dados consolidados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 483.210 sul-mato-grossenses deixaram de comparecer às urnas, um contingente expressivo de cidadãos que não participaram diretamente da definição do resultado eleitoral.
Eleito senador por Mato Grosso do Sul com expressivos 903.554 votos, o ex-governador Reinaldo Azambuja (PL) fez um alerta nesta sexta-feira (9) sobre a importância da participação popular no segundo turno das eleições presidenciais, marcado para o próximo 25 de outubro.
Com uma mensagem direta aos eleitores que não compareceram às urnas no primeiro turno, Reinaldo reforçou que deixar de votar significa permitir que outras pessoas decidam o futuro do País.
“Chegou a hora de eleger Flávio Bolsonaro presidente. O Brasil precisa mudar, fazer reformas, recuperar sua capacidade de investimento, cuidar da infraestrutura, gerar empregos e investir mais nas pessoas. Para isso precisamos ir às urnas no dia 25”, destacou Reinaldo.
A convocação do senador eleito ganha força diante do elevado índice de abstenção registrado em Mato Grosso do Sul. Para Reinaldo, a participação eleitoral é fundamental para fortalecer a democracia e garantir que a vontade da população esteja representada nas decisões que vão determinar os rumos do Brasil nos próximos quatro anos.
“Quem deixa de votar permite que outros escolham por ele. A democracia se fortalece com a participação, com a liberdade de escolha e com a consciência de que cada voto tem valor. Afinal, não votar também é uma escolha, mas uma escolha que não impede que o resultado das urnas determine o nosso futuro”, destacou Reinaldo Azambuja.
Com a experiência de quem governou Mato Grosso do Sul por dois mandatos e acaba de conquistar uma das vagas do Estado no Senado Federal, Reinaldo considera que o segundo turno representa uma nova oportunidade para que milhares de eleitores exerçam seu direito de escolha e participem diretamente da definição do futuro político do Brasil, elegendo Flávio Bolsonaro.
MS lidera abstenção no primeiro turno
O alerta do senador eleito tem como referência os números registrados em Mato Grosso do Sul no primeiro turno das eleições. Segundo dados consolidados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), após a apuração de 100% das seções eleitorais, o Estado apresentou a maior taxa proporcional de abstenção do Brasil, com 23,87% dos eleitores ausentes.
Na prática, 483.210 sul-mato-grossenses deixaram de comparecer às urnas, um contingente expressivo de cidadãos que não participaram diretamente da definição do resultado eleitoral.
Para Reinaldo Azambuja, o grande desafio do segundo turno é mobilizar esses eleitores e mostrar que a ausência na votação não os afasta das consequências das decisões políticas, econômicas e sociais que serão tomadas pelo próximo presidente da República.
“O voto é o exercício da democracia cidadã. Deixar de votar é renunciar à oportunidade de participar das decisões que definem o futuro da nossa cidade, do nosso Estado e do nosso País”, afirmou.
A mensagem central da convocação é que a abstenção não significa neutralidade diante do resultado eleitoral. Independentemente de quem vença a disputa, as decisões do presidente eleito terão impacto sobre toda a população, inclusive sobre aqueles que optarem por não participar da votação.
“Quem não comparece às urnas continua sujeito às decisões do governo eleito, mas abre mão de influenciar diretamente essa escolha”, lembra Reinaldo.
Ao defender uma participação maior no segundo turno, Reinaldo reforça que votar vai além de uma obrigação eleitoral. “É um instrumento de cidadania, de manifestação da vontade popular e de participação nas decisões que influenciam diretamente a vida das famílias brasileiras”, pontuou.
A convocação do senador eleito busca transformar a elevada abstenção registrada no primeiro turno em maior participação popular no próximo dia 25 de outubro, com a eleição de Flávio Bolsonaro para Presidente.
Para Reinaldo Azambuja, a mensagem é clara: o futuro do Brasil será decidido nas urnas, e quem deixa de votar entrega aos outros o poder de fazer essa escolha.




